Salvando
Celular Afogado
Em uma saída
de 4 horas, para velejar e mergulhar no CEBIMAR - Centro de Biologia Marinha
da USP em São Sebastião, precisei nadar para chamar uma pessoa
se afastando do grupo e estava quase na hora de voltarmos para o veleiro.
Apesar de
tirar objetos dos blosos da bermuda para não molhar com água
salgada, esqueci de tirar o celular da cintura na pressa e este acabou
se afogando, quando alguém gritou que tinha um celular na cintura,
era tarde demais.
Saí depressa
da água, tirei a bateria do celular, joguei água doce no
celular e na bateria, porém já tinha entrado água
no visor de cristal líquido.
Quando cheguei
no veleiro, coloquei o celular de molho em copo de água doce até
chegarmos em terra depois de uma hora de retorno ao hotel. Troquei a água
mais uma vez, chacoalhei bastante para tirar o excesso de água e
depois coloquei debaixo de uma lampada de 60 watts, a cinco dedos de distancia
durante 3 dias, até secar bem o visor, a ponto de não ter
mais vapor na tela e pelo menos até agora ele está funcionando
são e salvo o problema é que precisei trocar a bateria.
Posteriormente
coloquei o celular sem bateria de molho em copo de álcool etílico,
para tirar qualquer sombra de humidade e depois coloquei também
debaixo da lâmpada para secar.
Em Caraguá,
procurando uma bateria nova original, com tarja azul e num preço
bom, acabei encontrando o Hospital do Celular fone: 9144-6109 com Tarlei,
que está abrindo uma filial em São Sebastião. Segundo
o técnico, era a primeira vez que via um celular funcionando a mais
de 2 horas, pois a maioria das pessoas trazem molhado com sal e os terminais
já estão todos corroidos.
Sua sugestão
é colocar o celular sem bateria num copo de água com detergente
de cozinha imediatamente ou assim que possível e levar junto com
a bateria para o técnico para fazer a limpeza, que aliás
não cobrou nada, pois comprei a bateria nova.