|
| |
| |
1951
VENDAVAL
...........FERNANDO
PIMENTEL DUARTE
1952
ONDINA..............................JOAQUIM
BELÉM
1953 PROCELÁRIA..................
FERNANDO PIMENTEL
DUARTE
1954
CANGACEIRO..........................DOMÍCIO
BARRETO
1955
MISTRAL...........................LEON
MARIUS JOULLIÉ
1956
SIROCCO.............................BRUNO
HOLLNAGEL
1957 PROCELÁRIA...................FERNANDO
PIMENTEL DUARTE
1958 ANGICA
III..........................MARCOS
MEHRY
1959
SINGOALLA...........................RAGNAR
JANÉR
1960
SIROCCO.............................BRUNO
HOLLNAGEL
1961 PROCELÁRIA...................FERNANDO
PIMENTEL DUARTE
1962
TURUNA..............................CAIO
DE BARROS PENTEADO
1963 VENDAVAL
III.................JOSÉLUIZ
PIMENTEL DUARTE
1964 CAIRU
III...........................JORGE
FRANKE GEYER
1965 CAIRU
III...........................JORGE
FRANKE GEYER
1966
SAGA................................ERLING
SVEN LORENTZEN
1967
PLUFT...............................ISRAEL
KLABIN
1968
PLUFT...............................ISRAEL
KLABIN
1969
SAGA................................ERLING
SVEN LORENTZEN
1970
SEVEN...............................PARKER
GILBERT
1971
SEVEN...............................PARKER
GILBERT
1972
SORCERY.............................J.
B. BAULDWIN
1973 WA WA TOO
III.....................FERNANDO
NABUCO DE ABREU
1974 SAGA
III............................ROBERTO
PELLICANO
1975 BUMBLEBEE
III.......................JOHN
KAHLBETZER
1976 WA WA TOO
III.....................FERNANDO
NABUCO DE ABREU
1977
TIGRE.............................FERNANDO
PIMENTEL DUARTE
1978
TIGRE.............................FERNANDO
PIMENTEL DUARTE
1979
SAGA..............................ERLING
SVEN LORENTZEN
1980 ÍNDIGO.......................IVAN
BOTELHO
1981
MADRUGADA.........................PEDRO
PAULO COUTO
1982
SAGA................................ROBERTO
PELLICANO
1983 MATRERO
II.........................TORÍBIO
DE ACHAVAL
1984
CURYMAN.............................WILLIAM
MACLAREN
1985 CARRO
CHEFE.........................LAURITS
VON LACHMANN
1986 CARRO
CHEFE.........................LAURITS
VON LACHMANN
1987 CISNE
BRANCO......................ÉRICO
DE ALBUQUERQUE
1988 DANIEL
HECHTER.................JOÃO
CAIO CARLOS JUNIOR
1989 SAGA
IV.............................ERLING
SVEN LORENTZEN
1990 NEPTUNUS
V...........................SÉRGIO
MIRSKY
1991
SOUZARAMOS/RICCI....................EDUARDO
DE SOUZA RAMOS
1992
SAGA..............................
ERLING SVEN
LORENTZEN
1993
MAGIA/POLIBRASIL....................TORBEN
GRAEL
1994
MAGIA/POLIBRASIL....................TORBEN
GRAEL
1995
MAGIA/POLIBRASIL....................TORBEN
GRAEL
1996
MAGIA/POLIBRASIL....................TORBEN
GRAEL
1997 MISS BONZÃO..............SÉRGIO
GORETKIN
1998
MITSUBISHI....................
EDUARDO DE SOUZA
RAMOS
1999
MITSUBISHI......................EDUARDO
DE SOUZA RAMOS |
|
|
|
| |
A
Taça
Cidade de
Santos,
instituída
pela
Prefeitura
daquela
cidade,
garantia,
ao skipper
que mais
obtivesse
vitórias
nas cinco
primeiras
regatas, a
sua posse
definitiva.
Vencendo
em 1951 e
1952,
Joaquim
Belém do
Ondina
conquista
a Taça.
Em 1954,
ano em que
se
comemorava
o 4°
Centenário
da fundação
de São
Paulo, O
Iate Clube
de Santos
e o Iate
Clube do
Rio de
Janeiro
resolvem
participar
das
homenagens
prestadas
àquela
cidade e
invertem o
sentido da
regata,
que passa
a ter a
largada no
Rio de
Janeiro e
a chegada
em Santos.
Apenas uma
outra vez
este
percurso
é
repetido,
no ano de
1972. Em
homenagem
ao V
Centenário
da morte
do Infante
D.
Henrique,
o
Navegador,
a 10ª
regata
Santos -
Rio foi
disputada
em sua
homenagem.
Vence a
iole
finisterre
Vendaval
II de José
Luiz
Pimentel
Duarte,
mesmo
fazendo água
desde o início
da regata.
Em 1961, o
Procelária
de
Fernando
Pimentel
Duarte
chega doze
horas
antes do
segundo
colocado,
o Curussá
de Rudolph
Göeller.
O barco
vencedor
da 12ª
regata, o
Turuna,
tem em sua
tripulação
a esposa e
o filho do
comandante,
Caio de
Barros
Penteado.
Em 1963 o
Cangrejo
de Peter
Reeves é
abalroado
por um
navio
mercante não
identificado.
Três
homens, além
do
comandante,
caem ao
mar,
escapando
ilesos do
acidente.
Em 1964, o
Procelária
de
Fernando
Pimentel
Duarte
vence a
regata e
conquista
o
tetracampeonato
pelas vitórias
de 1953,
1957 e
1961. Tal
feito
repetir-se-ia
somente
com o Saga
de Erling
Sven
Lorentzen,
vencedor
de 1966,
1969, 1989
e 1992.
Aproveitando
a vinda de
velejadores
da regata
Santos -
Rio que
atraía
competidores
estrangeiros,
surge a idéia
de
criar-se
um
circuito
de regatas
de pequeno
e médio
percurso,
concentrado
entre os
dois
maiores pólos
de vela do
Brasil -
Rio e São
Paulo.
Nasce então,
no ano de
1970, 19º
ano da
Regata
Santos -
Rio, o
Circuito -
Rio. Na década
de 70,
muitas
inovações
nos
materias são
utilizadas
pelos
velejadores.
O uso da
fibra de
vidro na
estrutura
dos barcos
e os novos
mecanismos
são
fatores de
transformação
neste período.
A indústria
naval
deslancha
e o
incentivo
ao iatismo
também. O
início da
cobertura
das
regatas dá-se
de forma
inusitada.
Não era
do agrado
dos
velejadores
revelar
sua posição
exata.
Sendo
assim, os
diretores
de
Radiocomunicação
Mucio Lodi
do Iate
Clube do
Rio de
Janeiro e
Ernesto
Diederichsen
do
Ilhabella
Yacht
Club,
dividem a
carta náutica
em quadrículas
e
solicitam
aos
velejadores
que apenas
indiquem a
quadrícula
onde se
encontram.
Desta
maneira,
garantem o
controle
da regata
e mantém
em segredo
a posição
dos
barcos.
Fruto do
desenvolvimento
da indústria
naval, a
vela de
oceano na
década de
80, se
inicia com
a vitória,
na Santos
- Rio, de
um veleiro
de fabricação
cem por
cento
nacional,
o Barco de
Mário Simões.
A regata
Santos -
Rio de
1981, 1ª
do
Campeonato
Brasileiro
da Classe
de Oceano,
foi uma
das mais
combativas
já
realizadas,
considerada
a mais
dura dos
últimos
anos. A
largada
foi em
meio a
ventos
fortes de
leste que
sopravam já
há uma
semana.
Muitos
barcos
desistiram
por
avarias
nos cascos
e
esgotamento
físico de
alguns
tripulantes.
Na
primeira
noite, os
ventos
chegaram a
atingir 40
nós, na
altura da
Ponta do
Boi,
aparecendo
também
uma
corrente
contrária
de quase
três
metros.
Estas
condições
eram
especialmente
favoráveis
para os
barcos de
maior
porte. No
dia
seguinte,
alguns
tentaram
se
aproximar
da costa
à procura
do terral,
quando o
vento
leste já
não
soprava tão
forte. Foi
então
possível
fazer o
acompanhamento,
via Sala Rádio,
do avanço
penosamente
lento dos
barcos,
milha após
milha.
Apesar de
toda
experiência
de Roberto
Pellicano,
O Gaivota
VII ficou
encalmado
12h ao
largo da
Ilha
Grande e o
Super
Tension,
de Alain
Joullié,
quase 14h
próximo
à
restinga
da
Marambaia.
Momento de
grande
tensão
ocorreu
quando o
Indigo, de
Ivan
Botelho e
o Wa Wa
Too, de
Fernando
Nabuco de
Abreu,
comunicaram
sua
aproximação
e o público
que os
aguardava
percebeu
que os
barcos
disputavam
bordo a
bordo a
vitória.
No
entanto,
sem que
ninguém
esperasse,
o
Madrugada,
de Pedro
Paulo
Couto, que
sofrendo
uma pane
elétrica
não
fizera
nenhum
contato,
surge,
para
surpresa
geral,
devagarinho
pelos
lados da
Ilha Rasa,
vindo por
fora, num
só bordo,
até a
Ponta do
Arpoador.
O barco
venceu a
regata nos
tempos
real e
corrigido.
Na regata
de 1990, o
veterano
velejador
de oceano,
Sérgio
Mirsky,
apesar de
convalescente
de uma
cirurgia
coronária,
conduz o
seu
Neptunus V
à
conquista
da Fita
Azul. Sérgio
Mirsky, até
hoje é o
comandante
que mais
vezes
participou
da Santos
- Rio. Em
1995,
confirmando
a alta
tecnologia
dos
materiais
empregados,
o
H3+/Reebok,
do
comandante
Lars Grael
bate o
recorde no
tempo
corrigido
em 20
42'45''. O
recorde
anterior
foi
mantido
durante 45
anos pelo
Vendaval
do
comandante
Fernando
Pimentel
Duarte.
"Na
regata
Santos-Rio,
nós
tivemos a
oportunidade
de, desde
a partida,
contarmos
com um
vento
favorável,
de
quadrante
sul,
chegando
até mesmo
à direção
sudeste,
após
Ilhabela.
Mas, no
primeiro
trecho,
entre a
largada e
Ilhabela,
os barcos
tiveram
vento em
popa numa
média de
velocidade
que,
provavelmente
não daria
para
atingir o
recorde no
tempo real
nem no
corrigido.
Mas, a
partir da
passagem
do canal
de
Ilhabela,
opção de
todas as
embarcações
que
participaram
da competição,
o vento
entrou
muito
forte,
chuvoso,
com mar,
corrente
favorável
mais ou
menos na
direção
sul/sudeste.
Todos os
barcos,
então,
escolheram
a genoa
para
velejar.
Corríamos
no
H3+/Reebok,
um barco
especialista
em ventos
folgados
pois, pelo
seu
desenho de
fundo
muito
plano,
atingia um
planeio
com
facilidade.
Além
disso, é
um barco
muito
valente
nos ventos
fortes. O
grande
diferencial
que
possibilitou
a vitória
foi que,
enquanto
os demais
barcos da
flotilha
tiveram
seus balões
rasgados
quando
atravessavam
o vento, o
H3+
conseguiu
velejar 12
horas de
balão em
cima. O
barco foi
planando e
tendo
diversas
avarias e,
quando o
dia
amanheceu,
entrou o
vento um
pouco mais
de proa e
nós
tivemos
que
recolher o
balão e
velejar de
genoa. Não
fizemos um
tempo
corrigido
ainda
menor
porque,
quando estávamos
no través
da Barra
de
Guaratiba,
arrebentou
o estai de
força do
barco. O
mastro
quase
quebrou.
Na mesma
hora,
tivemos
que cambar
o barco,
andando em
direção
oposta ao
Rio de
Janeiro.
Tivemos
que tirar
todas as
velas do
barco. O
Kiko
Pellicano
teve que
subir no
mastro e
tirar o
mesmo
estai do
lado de
bombordo e
passar
para o
lado de
boreste
para o
barco
continuar
velejando.
Só então
conseguimos
subir as
velas de
novo e
completarmos
a regata
em tempo
recoder.
Lars Grael |
|
| |
As
mudanças
econômicas
ocorridas
ainda
em
meados
da década
de
80
arrefeceram
as
disputas
no
iatismo
brasileiro,
em
especial
na
vela
de
oceano.
Até
para
os
mecenas
do
esporte,
que
empregavam
somas
vultosas
em
seus
barcos
e
tripulações,
os
novos
tempos
sugeriam
cautela
e
contenção.
Poucos
barcos
estavam
na
raia
para
disputar
a
Santos
-
Rio
que,
em
1988,
registrou
o
seu
mais
baixo
índice
com
13
veleiros
inscritos.
Já
na década
de
90,
percebe-se
um
reaquecimento
na
vela
de
oceano
com
o
patrocínio
mais
acentuado
às
tripulações
e o
advento
da
classe
IMS.
Em
1991,
o número
de
barcos
inscritos
chegou
a 38
e,
em
1996,
a
43,
confirmando
a
excelência
da
Santos
-
Rio,
considerada
a
mais
importante
regata
de
oceano
do
calendário
nacional.
Para
a
regata
do
Jubileu
de
Ouro
é
esperada
a
participação
recorde
de
50
embarcações.Esperamos,
com
esta
mostra,
homenagear
aqueles
que,
apesar
das
adversidades,
jamais
abandonaram
as
raias,
mantendo
acesa
a
chama
e as
velas
enfunadas.
E
igualmente
homenagear
os
Iate
Clube
de
Santos
e
Iate
Clube
do
Rio
de
Janeiro,
pelo
apoio
incentivador
e
necessário
ao
desenvolvimento
da
vela
de
oceano
no
Brasil.
FOTOS
PROCELÁRIA
-
acervo
Fernando
Magalhães.
VENDAVAL
-
acervo
Fernando
Magalhães.
VENDAVAL
II -
acervo
Jean
Maligo.
Tripulação-
José
Luiz
Pimentel
Duarte,
Henrique
Zech,
Jean
Maligo,
Oscar
Mattoso
Maia,
John
Aune,
Helio
Azevedo,
Herbert
Hasselmann
e
Figueira
Barbosa.
SAGA
-
acervo
Fernando
Magalhães.
NEPTUNUS
V -
foto
do
livro
Fita
Azul
de Sérgio
Mirsky.
ONDINA
-
acervo
Jorge
Costa
Carneiro.
SINGOALLA
-
acervo
Jorge
Costa
Carneiro.
MAGIA/POLIBRASIL
-
acervo
Alexandre
Haddad.
ONDINA
-
acervo
Jorge
Costa
Carneiro.
Tripulação
- da
esq.
Sérgio
Costa
Carneiro,
Ernani
Simões,
Hilário
Corralis,
Joaquim
Belém,
Nélson
Belém,
Mário
Simões
e
Jorge
Costa
Carneiro.
ONDINA
-
acervo
Jorge
Costa
Carneiro.
Jorge
Costa
Carneiro,
Joaquim
Belém
e
Ernani
Simões.
H3+REEBOK
-
acervo
Alexandre
Haddad.
MITSUBISHI
-
acervo
ICRJ.
ALDEBARAN
-
acervo
Paulo
Müller.
ONDINA
-
Revista
Yachting
Brasileiro.
Tripulação
-
Joaquim
Belém,
Ernani
Simões,
Carlos
de
Brito,
Paulo
César,
Antonio
Simões,
Werner
Hasse
e
Alexandre
Amorim.
LARGADA
DA
REGATA
RIO-SANTOS
DE
1954
-
acervo
Fernando
Magalhães.
(carta
náutica)
-
acervo
ICRJ.
MADRUGADA
-
revista
Vela
e
Motor.
WALTER
VON
HÜTSCHLER
entre
ERNANI
SIMÕES
e
AYRES
H.
Da
FONSECA
COSTA
-
acervo
Ayres
H.
F.
Costa.
ALCATRAZES
-
acervo
Paulo
Müller.
PROCELÁRIA
-
acervo
Fernando
Magalhães.
Tripulação
-
Victor
Demaison,
Fernando
Pimentel
Duarte,
Alexandre
Pereira
de
Souza,
Manoel
Campos,
Wilson
Teixeira,
Fernado
Caldas
e
Fernando
Magalhães.
RESTAURANTE
JANGADEIRO
- Ângelo
Reis,
Peter
Siemsen,
Paulo
Müller,
Joaquim
Belém,
Leon
Joullié,
entre
velejadores.
MISTRAL
-
Tripulação
- Hélio
Souto
de
Oliveira,
Alberto
Torres,
Jorge
Pontual,
Leon
Joullié,
Alain
Joullié
e
Roger
Faure.
PLUFT
-
acervo
ICRJ.
CALMARIA
PODRE
EM
SANTOS,
vê-se
o
Nathaly.
KAHUNA
IV-
acervo
ICRJ
ALDEBARAN
-
Carlos
Buarque
de
Macedo
e
Joaquim
Pádua
Soares.
RESTAURANTE
JANGADEIRO
- Ângelo
Reis,
Peter
Dirk
Siemsen,
Paulo
Müller,
Joaquim
Belém
e
Leon
Joullié
entre
velejadores.
ONDINA
- Mário
Soares,
Hilário
Corralis,
Joaquim
Belém,
Ernani
Simões
e
Jorge
Carneiro.
GALPÃO
DO
FUTURO
IATE
CLUBE
DE
SANTOS
CAIS
DO
FUTURO
IATE
CLUBE
DE
SANTOS.
AO
FUNDO,
SEU
GALPÃO.
VELEJADORES
DA
SANTOS-RIO
DE
1955
-
Destacam-se
Ernani
Simões,
Joaquim
Belém,
Alberto
Ferraz,
Fernando
Pimentel
Duarte,
Domício
Barreto,
Carlos
de
Brito
e Rômulo
Müller. |
|
| |
FICHA
TÉCNICA
CURADORIA
TEXTOS
E
PROJETO
MUSEOGRÁFICO.....MARIA
ELIZABETH
DRUMMOND
DE
PAULA
LABOURIAU
PESQUISA..................ALEJANDRA
SALADINO
FOTOGRAFIAS...............PRISMA
FOTOGRAFIA
LTDA.
IMPRESSÃO
DE
TEXTOS.......VERTY
COMUNICAÇÃO
VISUAL
COLABORAÇÃO...............JORGE
COSTA
CARNEIRO
JEAN
ROBERT
MALIGO
FERNANDO
PIMENTEL
DUARTE
PAULO
MÜLLER
AYRES
H.
DA
FONSECA
COSTA
MUCIO
LODI
PETER
DIRK
SIEMSEN
RICARDO
BAGGIO
DE
CARVALHO
JOSE
BUARQUE
DE
MACEDO
SINVAL
RODRIGUES
FELISARDO
JR.
RAMIRO
MARTINEZ
VICE-COMODORO
ROBERTO
MONNERAT
WALDYR
LIMA
ALEXANDRE
HADDAD
AGRADECIMENTOS
AO
COMODORO
CARLOS
DE
BRITO
AO
CONTRA
COMODORO
IBATÉ
JOST
AO
DIRETOR
FINANCEIRO
CARLOS
ALBERTO
DE
OLIVEIRA
AO
DIRETOR
DE
SEDE
NILTON
MIGUEL
AJUZ |
|
|