ILHA SAILING Ocean School - HISTÓRIAS DO MAR
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Erisipela que Acabou em Arte

Se Dr Ernest através de Solange Giro não tivesse curado em duas sessões minha erisipela eu não acreditaria...

Primeiros contatos com médiuns

 Rosana minha esposa e sua família viveram uma época da vida no frequentando centro espírita e ela contava coisas que aconteciam e inclusive sua mãe de vez em quando encarnava um espírito para ajudar alguém, mas sempre fui incrédulo e até certo ponto ateu, até um dia que de tanto andar pelas praias de Ilhabela, mais precisamente as do Saco da Capela contraí uma erisipela depois de 11 anos trabalhando em contato com a água e areia do mar.

Erisipela

Devido aos inchaços do pé quando era exposto ao sol e apesar de usar remédio a base de sulfa, receitado por um dos melhores infectologistas de São Paulo, Dr Capitani,  que atende em São Sebastião, o pé direito volta e meio inchava e Dr Capitani falava que: ".. por causa do quadro de infecções múltiplas contraídas através de dermatite entre os dedos do pé e o contato com a areia e água do mar de centros balneários urbanos, o pé vai inchar e para combater precisaria tomar sempre sulfa a vida toda até acabar com a infecção.

Moral da História: sempre use dock side ou alguma proteção no pé quando pisar na areia da praia

Contato com Solange Giro

Ela esteve em Ilhabela na "Casinha", nome afetuoso dado ao Centro Espírita Timoneiros, aliás muito sugestivo e simpático para quem é do mar e foi minha esposa que soube de sua vinda, pois atualmente ela frequenta o centro toda a segunda-feira.

Como já tinha ouvido falar a crendice de que: dois passes de benzedeira curam erisipela, deixei meus temores de espíritos de lado e me mandei para lá.

O primeiro contato foi durante uma sessão de toque e a partir daí, não inchou mais o pé quando eu trabalhava no sol, uma vez ou outra ele queria se manifestar mas logo desinchava.

Solange pediu para que voltássemos no dia seguinte, para conclusão do primeiro dia e então descobri seu talento único para pictografia.

Adoro trabalhos manuais, a forma, beleza e velocidade (5 a 7 minutos) com que ele faz seus quadros são impressionantes.

   Comprei um quadro para a Rosana e ajudá-la nas energias cósmicas para que tivesse sucesso em suas aulas de dança de salão em Ilhabela e parece que deu certo, pois tem desenvolvido bem suas atividades.

Renda para Caridade

A renda arrecadada de cada quadro são destinadas a obras assistenciais da Casa da Sopa que constam descrições e fotos dos trabalho praticados em prol da caridade no site de Solange em http://www.solangegiro.com.br/

A reportagem de ISTOÉ presenciou uma manifestação mediúnica em Indaiatuba, interior de São Paulo. O tom de voz baixo e os gestos delicados de Solange Giro, 46 anos, sugeriam que ela carrega certa timidez ao expor a própria vida numa conversa com um estranho. Cerca de duas horas depois, porém, é difícil acreditar no que os olhos vêem. Diante de uma tela em branco, sobre uma mesa improvisada com dezenas de tubos de tinta, a mulher começa a pintar um quadro na seqüência de outro. O tempo gasto em cada um não passa de nove minutos. As obras são coloridas e harmoniosas. “Nunca fiz aula de artes. Mal conseguia ajudar meus filhos com os desenhos da escola”, diz, minutos antes da apresentação. A discreta Solange dá lugar a uma pessoa que fala alto, canta e encara os interlocutores nos olhos, com ar desafiador. A assinatura nas telas não leva seu nome, mas de artistas famosos – e já mortos –, como Monet, Mondrian e Tarsila do Amaral. Seria uma interpretação digna de uma atriz? Talvez. O que difere o momento de uma encenação é subjetivo e dá margem a dezenas de explicações – convincentes ou não. Talvez seja possível encontrar respostas no que a artista diz a cada uma das pessoas da platéia presenteadas com um dos dez quadros produzidos na noite. Enquanto entregava a obra, ela desferia características e situações de vida de cada um absolutamente desconhecidas dela. O mentor que a guia é o médico holandês Ernst, que viveu no século XVII. A sensitiva garante que era ele, não ela, quem estava presente na pintura dos quadros.

PSICOPICTOGRAFIA
Milhares de quadros pintados

Criada numa família católica, Solange Giro, 46 anos, de Parapuã, interior de São Paulo, teve o primeiro contato com o espiritismo aos 20 anos, ao conhecer o marido. Ele, que perdera uma noiva, buscava o entendimento da morte. Já casada e com dois filhos, passou a sofrer de depressão. Encontrou alívio na desobsessão (trabalho que libertaria a pessoa de um espírito que a domina). A mediunidade dava os primeiros sinais. Logo passou a ouvir e ver espíritos. O dom da psicografia veio em seguida. Era um treino para ser iniciada na pintura mediúnica. “Pintei cinco mil quadros no primeiro ano. Estão guardados. Não tive autorização para mostrálos”, conta Solange, que diz nunca ter estudado artes. Nos últimos 13 anos, ela recebeu aval de seu mentor para vender os quadros. O dinheiro é revertido para a caridade.