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Roberto Negraes que já foi
editor de Revista de Vela no passado, conseguiu o feito de
ficar em 3° no Geral da Clipper Round The World 2009-10
Virtual com o veleiro ONDAZUL e foi muito bem recepcionado
pelos skippers estrangeiros, que o convidaram a fazer parte
de um grupo dos principais velejadores virtuais do mundo que
se reunem em videoconferência toda semana pelo Skype.
Preparação para VOR em Grande
Estilo
Tem treinado bastante e segundo
ele: " Consegui boa posição na Solitaire du Figaro,
numa série de 4 etapas entre França, Inglaterra e Espanha.
Uma pena que por causa de trabalho não pude participar da
segunda etapa. Participei na categoria SO, ou seja, dos
barcos sem opção, sem extras. Eles fazem uma classificação à
parte da classificação geral, em que prevalece sempre quem
tem velas pro, etc. Veja em
http://www.tourancheau.fr/so/ e em
http://vr-annexe.akroweb.fr/). Na verdade, tem muito
mais barco SO do que com extras..."
"Com meu barco Ubatuba Warrior, fiz um segundo
lugar na primeira etapa, não pude participar da segunda,
PRIMEIRO na terceira etapa, e sétimo na quarta
etapa! Usei também o meu velho Curupira VIII nas
etapas 3 e 4, conseguindo terminar em 4º e 5º
respectivamente! Se eu não tivesse perdido a segunda etapa
por motivos profissionais, com certeza seria o campeão na
geral".
Planos Futuros
Segundo declarações de
Roberto "Turbina Virtual" Negraes: "Na última etapa da
Clipper, liderei 80% do tempo com meu Ondazul, e se
infelizmente não ganhei, terminei em 3º lugar. É o quarto
TOP 10 que faço. Só estou procurando quem tenha bons
conhecimentos e queira fazer parte de uma equipe brasileira
para levar a VOR Virtual e seus prêmios além de ganharmos a
real (Torben)".
"Estou tentando montar uma
equipe para a VOR no ano que vem. e estamos num nível muito
bom, com certeza no mesmo nível de muitos franceses e
holandeses, acho que teremos chances de vencer ou chegar no
mínimio entre os top10".
Agora, só falta convencer um patrocinador de que é viável e
dará muito retorno um barco virtual na VOR Virtual,
disputando entre uns 500 mil participantes de todo o mundo
(pode esperar esse número), além do custo de nós brasileiros
montarmos um barco real para a VOR, seria um "barba e
cabelo" tupiniquim!
Se a mídia explorar, vai ter
bastante assunto, pois dá condições as pessoas normais de se
sentirem como os grandes campeões além de trazerem fama para
o Brasil, divulgar a vela de oceano e trazer público para
valorizar ainda mais os trabalhos de nossos grandes
velejadores reais, Torben, Lars Grael e Robert Scheidt, que
no caso de Robert, ele está também trabalhando em oceano
além do Star...
Na edição de setembro nas
bancas, a revista PERFIL NÁUTICO vai dar uma reportagem
sobre as regatas virtuais".
Com o Torben engajado em uma
equipe na VOR Real na próxima Volvo Ocean Race representando
o Brasil, segundo Negraes estaremos bem representados também
na VOR Virtual e possivelmente com uma boa equipe "Turbina
Virtual", autenticamente brasileira e possivelmente com
reconhecimento internacional, inclusive dos próprios
franceses que são os anfitriões do jogo.
Rito de Passagem
Pessoal, nossa escola de
vela oceânica sempre foi precursora de novidades que
alavancaram e alavancam a vela oceânica no Brasil e assim
esperamos sempre seja, sentimos que como em janeiro de 1998,
meu filho Oliver nasceu e para mim foi um marco divisório
entre a divulgação da vela oceânica de antigamente para
atual, saliento que com a gestação dele, também gestei a
página da internet da Ilha Sailing Ocean School durante os 9
meses de gravidez da Rosana e a página ficou pronta
exatamente no ano em que a internet começava a fazer uma
mudança no mundo em termos de divulgação de idéias e
conteúdos.
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Arrisco até a
dizer que No Dia do Fim do Mundo de Nostradamos
dia 11 de agosto de 1999, cujo o dia foi
comemorado pela escola com uma viagem para o
além, se caso o mundo realmente acabasse como
mostra a matéria visitando a foto ao lado, ano
inclusive que conseguimos nosso primeiro
Campeonato Paulistas de Oceano para os alunos da
escola, foi realmente o Fim do Mundo sem
informações abundantes para o mundo e o começo
da valorização das pessoas, suas reais
competências, longe da manipulação das pessoas
que se tornaram incompetentes, porque precisavam
sobreviver dentro da realidade que Nostradamos
indiretamente previu que iria acabar, para
dar-nos a oportunidade de viver um mundo mais
real e sem fronteiras, acabando inclusive com
preconceitos raciais, pois para ciência e o
pensamento inteligente e puro, não existem
fronteiras.
Pelo
menos sei agora, que fiz parte da construção do
futuro de algo que meu filho viveu e viverá
dando continuidade da forma que ele achar melhor
e em quaisquer outras atividades. |
Pelas razões acima, nunca
poderíamos deixar de comentar este verdadeiro rito de passagem,
em que Roberto Negraes está vivendo, pois ele no
momento é o responsável pela persistência em acreditar que
esta idéia dará frutos para a vela oceânica brasileira no
sentido mais completo de divulgação de mídia.
Quem viver verá! |